Bancada pernambucana ganha apoio para Escola de Sargentos

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Publicado por Américo Rodrigo
14 de setembro de 2021 às 21h00min
Foto: Divulgação

Os deputados federais de Augusto Coutinho (SD) e Wolney Queiroz (PDT), coordenadores da bancada pernambucana no Congresso, iniciaram uma mobilização política na região Nordeste pela instalação da nova Escola de Sargentos das Armas do Exército (ESA) no município de Abreu e Lima, no Grande Recife.

Os dois participaram de uma reunião, na tarde desta terça-feira (14), em Brasília, com o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, atual comandante do Exército, que teve a presença de parlamentares dos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Como Pernambuco é o único estado da região a disputar a instalação da escola, essa pauta tornou-se uma bandeira do Nordeste.

Essa união de forças só vem somar para Pernambuco. A Escola de Sargentos é muito importante para nossa economia, já que representa um investimento da ordem de R$ 1 bilhão, e para nossa juventude. Serão 2,4 mil oportunidades para os jovens do nosso estado e de toda a região que queiram seguir carreira militar”, destacou o deputado Augusto Coutinho.

Além de Coutinho e de Wolney, participaram os coordenadores de bancada e deputados Pedro Lucas Fernandes (Maranhão), Átila Lira (Piauí), Bosco Costa (Sergipe) e Benes Leocádio (Rio Grande do Norte). O coordenador da bancada do Nordeste, Júlio César (Piauí), e os deputados Marcelo Nilo (Bahia) e Ruy Carneiro (Paraíba), também representaram seus estados.

Estrutura
O projeto inclui a construção da escola, de uma vila olímpica, de uma vila militar e estande de tiro dentro da área do campo de instrução. A previsão é que se candidatem para a escola, por ano, 140 mil pessoas de todo o Brasil. O efetivo militar da escola, incluindo familiares, é de 10 mil pessoas. 

Além das seis armas, a nova escola do Exército irá formar militares do Quadro de Material Bélico, Serviço de Saúde, Música, Topografia e Aviação do Exército. A projeção é que se tenha em torno de 2,4 mil alunos e um corpo docente e apoio com 1.8 mil militares. A folha de pagamento prevista é de R$ 100 milhões.

Américo Rodrigo

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