Mendonça rebate Geraldo Júlio e critica modelo de gestão do PSB e PT

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Publicado por Américo Rodrigo
16 de dezembro de 2019 às 19h45min
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O presidente estadual do Democratas e ex-ministro, Mendonça Filho, rebateu as declarações do prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), de que o Brasil virou uma fábrica de desigualdades com o presidente Bolsonaro. “O prefeito quer nacionalizar o discurso para esconder o fracasso de sua gestão, que transformou o Recife na capital do desemprego, levando a nossa cidade a parar no tempo e no espaço”, afirmou Mendonça, ressaltando que as maiores vítimas da desigualdade econômica e social foram os 14 milhões de desempregados deixados pelas desastrosas gestões do PT, aliado do PSB, na mais profunda recessão da história do Brasil.

Segundo Mendonça, o prefeito usa da técnica manjada do PT/PSB de terceirizar os problemas, como se a gestão PSB/PT não tivesse responsabilidade por Recife ser a capital do desemprego, pela indústria de multas, pela paralisação das obras dos residenciais, pela maior média de cobrança de impostos e pelo abandono da cidade, que está mal cuidada. “O PT e o PSB comandam o Recife há 20 anos e no Governo do Estado respondem por quase 16 anos de poder. Não venham culpar o Governo Federal por esta situação”, afirmou. Mendonça, destaca que no Nordeste estados como o Ceará e a Bahia com governadores do PT, e Alagoas, do MDB, estão crescendo, atraindo investimentos e melhorando as condições de vida do povo em áreas como educação, saúde e segurança.

Mendonça considera lamentável que o PSB e o prefeito do Recife, ao invés de prestar conta do que fizeram ou não pela capital e pelo Estado, estejam colocando aspectos eleitorais acima dos interesses da população. “O prefeito foi eleito para defender a cidade e é fundamental manter uma boa relação institucional com o presidente da República, seja ele quem for”, defendeu, reforçando que o recifense está cansado desse tipo de comportamento. Segundo Mendonça, Pernambuco está quebrado, atrasando fornecedores, pagando com enorme dificuldade os salários dos servidores, não tem dinheiro para investimentos. “Infelizmente nosso Estado está na contramão do Brasil, que vem retomando o equilíbrio fiscal, com a economia crescendo, os empregos sendo retomados, com projeção de crescimento do PIB de 2,3% em 2020”, disse, completando que na área social o presidente  Bolsonaro consagrou o 13 do Bolsa Família.

Américo Rodrigo

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